sábado, 5 de fevereiro de 2011

DEU NO CORREIO BRAZILIENSE.

Transcrevo aqui o  que enviei ao PORTAL CAPOEIRA

Salve amigos do PORTALCAPOEIRA !
Acompanho,sempre que posso,os acontecimentos relacionados à capoeira,através desse grande difusor da nossa amada arte.
Tive a oportunidade de ler um artigo veiculado por este portal,datado do dia 1 de setembro de 2006,com o título : - "Brasília-DF - Violência e morte - A capoeira chora !!!". 
Lembrei-me do trágico acontecimento onde foi espancado e assassinado brutalmente o jovem Marcos Velasco no dia 10 de agosto de 1993,por um grupo de jovens brasilienses.
Entre os participantes,encontravam-se  monstros travestidos em atletas praticantes de diversas formas de defesa pessoal.
 A capoeira, hoje, 05/02/2011, quando revisei este texto, sendo uma modalidade esportiva tombada como patrimônio imaterial da humanidade,não poderia ficar ausente.  Não preciso discorrer muito,para que todos imaginem o quanto este acontecimento comoveu imensamente a nossa sociedade pela crueldade como seus executores agiram.
  Logo após esta barbárie, as autoridades começaram uma verdadeira caça às academias de artes marciais, buscando  qualquer indício que pudessem reprová-las como órgão educadores.
  Não me visitaram,creio eu, pelo meu trabalho transparente,sempre utilizando a capoeira como um excelente veículo auxiliar na formação  dos jovens .
   Um fato desagradável me decepcionou alguns dias após o fatídico episódio.  O nosso jornal de maior circulação na capital federal - CORREIO BRAZILIENSE- lançou uma matéria inverídica e irresponsável na primeira página. A manchete denominava-se  : -  "GANGUES DO PLANO PILOTO DE BRASÍLIA".  Sobre um mapa esquemático da cidade colocaram diversas bandeirinhas com o NOME de cada uma dessas gangues.  Para a minha surpresa, ví meu nome  escrito em uma dessas bandeirinhas : -  ADILSONCAPOEIRA.  Nome este,símbolo do grupo  liderado por mim durante 24 anos em Brasília.
  Como o meu nome foi parar lá, não sei até hoje o motivo.   Estive em alguns programas locais de televisão e inclusive no próprio CORREIO BRAZILIENSE para saber o porquê de terem maculado um símbolo tradicional na capital do Brasil.  Não me deram  nenhuma resposta convincente. Simplesmente acusavam algum jornalista irresponsável,mas não revelaram nomes e nem mesmo  se importaram em reparar o erro  crasso , do qual só trouxe,vergonha e revolta a mim e a todos que me conheciam.
  Desde então, fui gradualmente acabando com o grupo ADILSONCAPOEIRA, desgostoso pela facilidade como somos destruídos e manipulados por uma instituição cuja função  deveria  ser , a de bem-informar a população que a sustenta, ao invés de levantar precipitadamente,falsos-testemunhos(Art.342) de cidadãos REALMENTE úteis à sociedade 

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